Lembra quando tirei as teias de aranha do blog e escrevi o
post:
Adivinha o que ando fazendo? Todo mundo achou que eu estava viajando, relaxando, curtindo uma piscininha, fazendo crochê, enfim, essas coisas básicas que qualquer normal faz nas férias, que nada, pra tristeza geral da nação, estava trabalhando e muito nas obras que estou fazendo aqui no
apertamento e lá no Lar de Férias. A foto daquele
post, foi num
pit stop onde meus pés clamavam por 5 minutos de descanso. Ralação total, nem sei como retorno pro trabalho na 2˚ feira.
Antes de relatar minha saga, permita-me dizer que tinha programado que durante minhas férias iria, exclusivamente, me dedicar às obras nos quartos do Lar de Férias. Só que ao retornar pro
apertamento descobri, ou melhor, o Bejota descobriu cupins no meu quarto, especificamente no rodapé do piso de laminado, justo o piso que indiquei pra varias pessoas aqui no blog. Pra saber a história do piso, clica nesses links
aqui,
aqui e
aqui. Uma saga que me fez lembrar de algo que vovó dizia, com sabedoria: "quando uma história não começa bem, desiste que não vai terminar bem", pois é, não desisti, paguei pra ver e me estrepei. Deu cupim no rodapé da Eucafloor!!!!
Chamei uma empresa pra fazer a descupinização e fui informada que eles (os malditos cupins) já estavam todos faceiros passeando por baixo do piso. Essa informação foi uma facada no meu coração, pior do que rasteira de melhor amiga. Imaginar que
esse quarto lindo, viria abaixo me deixou mal, muito mal, mas facada pior foi do orçamento da descupinização. Me recuso até a reproduzir aqueles números aqui.
Sem forças, sem dinheiro (pois gastei tudo com as reformas dos quartos do Lar de Férias) e sem tempo, me pus a procurar: quem tirasse o laminado do quarto, uma empresa que fizesse a descupinização num preço possível e outra pra passar sinteco no chão, ou seja, coisa pouca, né?
Por incrível que pareça, todos os móveis do quarto ficaram a salvo dos cupins. Não conseguia deixar de pensar no meu armário rodrigueano (bonitinho mais ordinário) que custou uma pequena fortuna, sendo devorado pelos malditos, mas graças ao Papai do Céu, ele saiu intacto da operação de guerra, que irei roteirizar
procês.
O estrago: quando Bejota descobriu os cupins.
Os caminhos: que os cupins percorreram embaixo do piso de laminado. Dá pra acreditar que os tacos e os móveis estavam intactos?
O joga fora no lixo: as tábuas do piso não foram tocadas pelos cupins apenas os rodapés, mas não tive coragem de ficar com nenhuma, mesmo sabendo que havia potencial nelas.
A raspagem: já livre dos malditos, os pisos de peroba originais da construção do prédio lá pelos idos da década de 50, passaram pela calafetagem.
O resultado final: livre dos cupins e com um brilho acetinado que adorei.
A conclusão da saga é a de pura felicidade, mesmo sem um tostão no bolso, não durmo mas com os inimigos, ou melhor, com os cupins.
Beijocas e
inté a próxima, com notícias da outra obra.